Foi difícil não criar expectativas para a reunião dos Novos Baianos, o show mais aguardado dessa edição da Virada Cultural, em São Paulo, SP. A Avenida São João, onde fica o maior palco do festival, ficou lotada até o Paissandú; as pessoas nos prédios vizinhos saíram nas janelas; os policiais se esticaram pra espiar.
Infelizmente, a decepção foi proporcional às expectativas. Começando por uma enxurrada de problemas técnicos: parte do som que não funcionava, microfonia por todos os lados, retornos fracos, de tudo um pouco. E terminando em um visível mal-estar entre os integrantes - que salvo Moraes Moreira, eram todos da formação original (Baby, do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Galvão, Jorginho e Didi Gomes).
Nessas condições, era de se esperar que a apresentação fosse ser inconstante, apesar dos bons momentos como "Acabou Chorare" e "A Menina Dança", e outros nem tanto, como "Brasileirinho", onde Baby lutava para ser ouvida pela equipe de som.
De cabelo roxo e vestido preto, Baby cantou, dançou e pregou um pouquinho; Boca de Cantor era o mais animado e o que parecia estar mais feliz de estar de volta. "Nós temos uma relação de amor com São Paulo", relembrou junto com Galvão, que entôou sua prosa-verso-poesia; enquanto Pepeu Gomes, todo de couro, encarnava seu guitar-hero interior.
Apesar do balde d'agua fria, ainda não vou desanimar: a banda vêm declarando ao longo da semana que esse pode ser o pontapé inicial de uma turnê pelo Brasil - então o melhor a fazer é segurar as expectativas. Mas não tanto.
Infelizmente, a decepção foi proporcional às expectativas. Começando por uma enxurrada de problemas técnicos: parte do som que não funcionava, microfonia por todos os lados, retornos fracos, de tudo um pouco. E terminando em um visível mal-estar entre os integrantes - que salvo Moraes Moreira, eram todos da formação original (Baby, do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Galvão, Jorginho e Didi Gomes).
Nessas condições, era de se esperar que a apresentação fosse ser inconstante, apesar dos bons momentos como "Acabou Chorare" e "A Menina Dança", e outros nem tanto, como "Brasileirinho", onde Baby lutava para ser ouvida pela equipe de som.
De cabelo roxo e vestido preto, Baby cantou, dançou e pregou um pouquinho; Boca de Cantor era o mais animado e o que parecia estar mais feliz de estar de volta. "Nós temos uma relação de amor com São Paulo", relembrou junto com Galvão, que entôou sua prosa-verso-poesia; enquanto Pepeu Gomes, todo de couro, encarnava seu guitar-hero interior.
Apesar do balde d'agua fria, ainda não vou desanimar: a banda vêm declarando ao longo da semana que esse pode ser o pontapé inicial de uma turnê pelo Brasil - então o melhor a fazer é segurar as expectativas. Mas não tanto.

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